
Eu ligo, ou melhor, eu conecto!
Há algum tempo, recorre o pensamento de que a continuidade da história e a prórpia construção dela se baseia no desenvolvimento dos conceitos de política, cultura e desenvolvimento. Mas hoje há a imagem e a criação dela que nos insere no mundo, pelo menos na história deste. Não se trata de romantismo a liberdade de criar e isso está muito claro quando Gil (o estopim de uma revolução) nos faz pensar que viver em comunidade hoje se trata de ligar-nos em ciência e espírito em infovias libertas, onde o copiar é sincero e potencial e as palavras vão se acrescentando em sentido. Esse texto é uma cópia, assim como tem a pretensão de rede (como se disse no começo). E você poderia clicar aqui para desvendar as imagens que se passa pela vanguarda desses pensamentos, mas é bom mesmo que você crie - ainda estou aprendendo.
A criação de subterfúgios e de metáforas para dizer o que vem a seguir seria mais simples, porém esse quer se dizer uma carta para agregar outros a esse mesmo pensamento: de que só a conexão nos libertará!
Uma série de pensamentos se abrirão e eu não me furtarei do pensamento de um movimento novo onde a arte e a criação artística é um ponto pungente para nos emancipar. Onde a política de nos fazer cultura junto, a nossa dimensão territorial, o nosso ser-tão Brasil, a mobilização e ação política e uma Banda Larga Cordel se constitua dinâmico e vivo para que a gente fale de si, produza novos caminhos com outros lados do espaço/tempo e participe ativamente da história!
O movimento de 22 e o tropicalismo está renovado nesse momento. Que encontremos a chave que nos tire da imagem de inércia e nos movimente em coletivo e conectados!
pela aula-espetáculo Banda Larga Cordel de Gilberto Gil e para as mentes pensantes de Sarah, Vavá, Maria Eugênia, Zé Diego, Vânia, Raíça, Tom Zé, Mônica, Patrícia, Juliana Lima, Franklin, Regina Casé, tantos outros e você se quiser assine embaixo!
Foto: Gilberto Gil e Banda Larga





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