8 de abril de 2008

buquê


.espero o momento solene do amor a dois. assim nem tão diferente de passar o dedo na sobre da tigela; correr na chuva sem camisa e abraçar alguém; tocar a guitarra invisível no show da banda de rock que mais gosto; tomar um capuccino com ela em dia de frio; a tela dele aparecer no msn; tocar aquela música no celular.


.espero solenemente o momento do desabrochar da flor. como as rosas se transformam em cheiros doces ou como os jasmins perfumam o ambiente sem pedir licença. assim, eu espero o encontro.


.espero você chegar sem muitos sentimentos. atrasado pelo horário do sono; vivo pela vontade de contar o segredo; alerta por que chegou o fim de semana.


.na verdade cansei de esperar, mas se quiser aparecer...


Texto e Foto do fotolog: www.fotolog.com/niltim

10 comentários:

Fabrício Salim disse...

como não poderia deixar de ser, um texto com sua grife. aposto que a foto de ontem trará um belo discurso. fico no aguardo.
^^
P.S.: o filme terá resenha?

Zé Diego disse...

hum...as flores tem muitas cores e o buque imagina sucesso..lindo.

Celine disse...

Na verdade, não é cansar de todo, né?
Talvez novas estratégias...

Beijo

Cristiano Contreiras disse...

Blog com ótimo conceito textual, a poesia se mescla com a escrita diária de um cotidiano íntimo. Abraço, conterrâneo!

.F Marques disse...

isso é um convite e não uma notícia.
abraço;

Larissa Santiago disse...

a espera... um momento que finda!
saudades Niltin!

PatSodré disse...

"Ouvi dizer dizer do teu olhar ao ver a flor..."
Tenho visto flores desabrocharem, não por aqui, ainda não chegou a primavera!
Assim não há muito do que questionar, além de ver florescer e apreciar.
"tua flor me deu alguém pra amar..."

...e continua

Le Coupin disse...

Gozei!
Nesse momento de minha vida, eu consigo absorver todas essas palavras com uma voracidade incrível! Amei esse texto!

Olavo disse...

Lindo lindo nilton. E adorei o final. Bjsss

nowaitwait disse...

texto lindo. final lindo.

"vivo pela vontade de contar o segredo".

não dá pra falar nada além de "lindolindolindolindo".