
E o homem, na altura dos seus 26 anos, esqueceu-se que ao ter como objetivo o andar deveria tomar cuidado com as pedras, pedregulhos, paralelepípedos ou qualquer sólido em boa quantidade a atravancar o seu caminho (na paródia do Quintana, a pedra pode sim ser eufemismo de homem). É excelente o pensamento recorrente de que os tropeços acontecerão e que mesmo assim o movimento de caminhar deva continuar. Como tem passos e passos, ele sabe que tem tombos e tombos, algunas mais difíceis de se recompor. Tem alguns que mesmo com seu corpo fincado no solo, te deixam sem chão. Nada pode ser tão óbvio quanto pedras no caminho e os tropeços são incessantes. Equação do caminho que se abriria em fórmula tal qual química orgânica. Pior quando são as mesmas pedras sempre... Seria melhor cair com as pedras ou tê-las na cabeça, quetionou-se distraído. Não há um chão tão límpido de alguém a ponto de convergir para um levitar no andar, o atrito é muito importante e para isso o concreto deverá sempre prencher a sola da sua sandália. Inteligente seria o moço quando ao passo de sua idade conseguisse relacionar atrito à sola dos pés com caminhada pelo espaço sutil e machucados menores com os tropeços. O moço ainda chora quando cai (em si!)