14 de maio de 2009

Leitor


Quando escrevo é como se um desenho opaco fosse escrito sem fantasia.
A palavra fica turva em um momento e aí então começo a não saber mais dos símbolos.
É quando paro de pensar no encadeamento e então surge o texto, como desenho concreto ou risco certeiro.
O texto é fora de mim, como se isso tivesse algum sentido óbvio, que não tem nenhum.

6 comentários:

Carmezim disse...

ai ai ai
acho que comigo é exatamente assim!

Franklin Marques disse...

rai ai... a beleza aumentando, as potências surgindo, você desmanchando como as manchas de tintas de cores, por papéis infinitos.

Celine Ramos disse...

Perfeito!
E quando eu leio o que vc escreve eu sinto como se todos os simbolos fossem carregados de sentidos, alem do que a gente consegue pensar.

Tem post Nordeste Ajuda Nordeste no Moblog, passa lá. bjo

carmezim disse...

Niltinho, cadê?

[ rod ] disse...

É difícil achar blogs baianos nessa sintonia. Eu que baiano sou e vivo em terras longes.

Faço das suas palavras um guia e me inspiro primeiramente numa frase aparentemente vaga que no fim dá um soneto.

Abçs meu caro,






Novo dogMa:
sAnto...


dogMas...
dos atos, fatos e mitos...

http://do-gmas.blogspot.com/

Mulher, comunicóloga, jornalista... disse...

De pessoas cheias de alma... incandescente, estrapolante, involuntariamente imensa...... bons textos nascem de pessoas assim! De pessoas como Nilton - brilhante.