19 de junho de 2007

sinceridade


Passo primeiro - Não há limitações indisponíveis para o acrescimo de liberdade. Há sinuosidades por esse caminho. Que seja! Da parte do ineditismo, fica a ansiedade de que o novo não é mais original. O próximo passo é ficar na elucubração de outros movimentos que façam rodar o tempo. Desequilibrar a ordem do que se chama espaço para atrair a atenção do olhar. Sem definições. Puramente a morosidade assistida. Ela não sabe dele que não consegue ouvir o outro. Desistir total da tal quadrilha*. Amanhecer com fones (ou fomes - com ela me inspira) nos ouvidos, escutando o relógio.

Disse que não lembrava mais do sonho, estava enrolado em lençóis. Estampados. Mais de um. E não tinha que fazer sentido mesmo. Era pra fazer sensibilidades.



"
Pense que eu sou um caboclo tolo boboca
Um tipo de mico cabeça-oca
Raquítico típico jeca-tatu
Um mero número zero um zé à esquerda
Pateta patético lesma lerda
Autômato pato panaca jacu

Penso dispenso a mula da sua ótica
Ora vá me lamber tradução inter-semiótica"**

HELP moço Camelo!

Disseram por aí que se faz necessário nesse mundo uma tal de pró-atividade! Ignorantes ainda acreditam na beleza das relações... do lugar priviliegiado que se deve ter o sonho. Pode-se dizer novamente, ignorante, sem tal pensamento estratégico para metas de projetos de vida.
Algo como psicologês para dar justificativas. As criatividades estão lançadas para absorver outras proporções imagéticas. Misticar habilidades de encher e povoar os lugares de pétalas, ou talvez aromas... e o"eu" aqui ignorante tenho até sorriso no rosto

"Now were Falling into the night
Um bom encontro é de dois"***

Então, o amor faz parte da saída! liberdade(?!)
e continua...

Ilustração :: Vânia Medeiros

* Título do poema de Carlos Drummond de Andrade
** Trecho da música Esteticar de Tom Zé
*** Trecho da Música Boa Sorte/Good Luck de Vanessa da Mata

Um comentário:

niltim disse...

movimento...