13 de setembro de 2009

Redenção a cores


Passou em frente a loja companhia das cores no centro da cidade e decidiu entrar. Logo foi recepcionado por uma atendente. Depois de avistar uma caixa de lápis de cor bonita, pontas afiadas, diversidades de cores pediu:

- Você pode me mostrar a caixa de lápis de cor?
- Óbvio, disse a atendente. O senhor fará muito bom proveito dela, penso. Continuou ela...
- Quiça farei. E pensou: Será mesmo. E retrucou: Ainda fico no exercício de tentar ilustrar pensamento menina. Sou ainda bem iniciante, mas não vazio. Sei o que quero dizer, mas tenho que me concentrar pra dizê-lo de forma consistente, os meus riscos são resultados de leituras ainda por amadurecer. Foram escolhas e oportunidades a feitas. Essa caixa não me dará redenção, mas me proporcionará caminhos simples de outras descobertas com as novas navegações. Poderia horas falar de minhas outras incertezas, mas não tomarei seu tempo.
- Já embrulhei a caixa para que leves. Agora a saber, a falsa modéstia é a forma mais primitiva de esconder a falta de coragem. E você está certo, o medo não significa o vazio.
- Quanto é? Cortou o assunto...

Deixou de andar pelo centro da cidade pra que cena como essa demore a acontecer de fato.

2 comentários:

Fernando Medeiros disse...

cara
larguei meu curso de engenharia e tô agora na arquitetura!!
fui no centro essa semana comprar lápis de cor!!!

abraços!!

Franklin Marques disse...

você me deixa nu as vezes...